Saturday, September 16, 2006

Esperamos setembro chegar

Quando mais inocente eu era, havia o sete de setembro, dia de marchar, literalmente, as calças eram curtas, mas a esperança era longa. Hoje não existe mais esperança, nem curta, nem longa. O sete continua marchando, o país também, na mão dos maus políticos eleitos por um mau povo que não sabe votar.

O amanhã não será nem melhor, nem pior, só mais do mesmo, dos mesmos. Pouco resta a celebrar. De setembro nos resta a primavera, a estação das flores, que cheirosas nos fazem esquecer o mau-cheiro restante.